Você já parou para pensar que uma orquestra pode ser vista como uma empresa?
Isso mesmo, as semelhanças entre esses dois universos são surpreendentes.
Não é à toa que grandes gurus da Administração, como #peterdrucker, já apontavam que no século 21 as empresas seriam como orquestras.
Afinal, assim como uma orquestra, uma empresa é feita de indivíduos com habilidades individuais e coletivas, divididos em diversos
departamentos e setores que precisam estar em perfeita sintonia sistêmica e estratégica para alcançar os objetivos almejados.
E é nesse ponto que a gestão empresarial pode aprender muito com a dinâmica de uma orquestra.
A Afinidade Entre Música e Gestão Estratégica
Alexander Baer , presidente da Alexander Baer Treinamentos Ltda e palestrante profissional, defende que a afinação dos instrumentos e o gestual do maestro contêm boas práticas que podem ser aplicadas por organizações de todos os tipos.
Para exemplificar isso, Baer trouxe o conceito para os produtos e serviços de sua empresa e utiliza orquestra, músicos e maestro para ilustrar seus argumentos em suas palestras.
De acordo com Baer, um dos primeiros passos para se tornar uma empresa aplaudida pela plateia/cliente é ajustar as ferramentas de gestão e os recursos utilizados à realidade do negócio e da gestão.
As organizações precisam "afinar" melhor seus profissionais, instrumentos, gestão, comunicação e líderes.
Além disso, é fundamental que toda a equipe esteja ciente do rumo futuro que a empresa quer tomar e do papel de cada colaborador para consegui-lo.
Baer também destaca a importância do planejamento estratégico.
É fundamental que a equipe esteja ciente do que é necessário para alcançar os objetivos da empresa, assim como os músicos sabem quais obras tocar, quando, onde, para quem e como.
Aqui, a gestão estratégica se revela crucial, pois, assim como na música, a execução precisa ser precisa e bem ensaiada.
Liderança e Harmonia no Ambiente Empresarial
Alexander Baer ressalta a importância da liderança equilibrada, como a do maestro, que usa a batuta na mão direita para expressar as normas e procedimentos, enquanto a mão esquerda clama pelo amor e pela paixão, que devem estar presentes no momento certo do desenrolar da obra musical.
Portanto, fica claro que a dinâmica de uma orquestra pode trazer grandes aprendizados para a gestão empresarial.
Afinal, assim como uma orquestra não tem uma segunda chance, uma empresa também não tem.
A combinação de razão e emoção, de normas e paixão, é o que faz uma empresa ser aplaudida pela plateia/cliente e alcançar o sucesso tão almejado.
Conclusão: Integrando Música e Gestão Estratégica
Concluindo, a gestão estratégica, conforme defendida por #alexanderbaer, pode ser enriquecida com lições valiosas tiradas das práticas musicais.
Ao afinar os elementos dentro da empresa, planejar estrategicamente e liderar com equilíbrio, as organizações podem alcançar um desempenho harmonioso e eficaz.
A analogia entre uma orquestra e uma empresa não apenas ilustra a complexidade e a necessidade de coordenação dentro das organizações, mas também enfatiza que, para ambos, o sucesso depende de uma execução perfeita e sincronizada.
Portanto, inspirar-se nas práticas musicais pode ser um caminho poderoso para aprimorar a gestão empresarial e garantir que a empresa esteja sempre em sintonia com seus objetivos e com o mercado.
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